TRAIR E COÇAR É SÓ COMEÇAR

TRAIR E COÇAR É SÓ COMEÇAR

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Temporada:  30/03/2018 a 29/07/2018

Sessões: Sextas: 21h30 / Sábados: 21h / Domingos: 19h

 

Teatro Fernando Torres
Rua Padre Estevão Pernet, 588 – Tatuapé
São Paulo-SP

 

 

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Descrição

 

TRAIR E COÇAR É SÓ COMEÇAR,

A comédia de maior sucesso do teatro brasileiro,

À caminho de 32 anos em cartaz!!!

 

Mais de 6 milhões de espectadores, mais de 9 mil apresentações, 4 vezes no Guiness Book, Prêmio Quality Cultural, homenageada pela Assembleia Legislativa de São Paulo.

A comédia de maior sucesso do teatro brasileiro comemora 31 anos de sucesso ininterrupto. A peça gira em torno de meras hipóteses de adultérios, geradas por equívocos e confusões provocadas por uma empregada, que se aproveita da desconfiança geral entre os casais do enredo para subornar seus patrões e amigos. A estória conta com três casais, um padre e um vendedor de jóias que se torna, sem querer, o pivô de uma série de suspeitas de traição. É uma comédia de costumes com todas as confusões do gênero. Tem como fio condutor a empregada Olímpia que complica e descomplica a ação e uma série de personagens à beira de um ataque de nervos. A peça acumula números impressionantes mais de 6 milhões de espectadores, mais de 9 mil apresentações, 4 vezes no Guiness Book, Prêmio Quality Cultural e homenagem pela Assembleia Legislativa de São Paulo.

Em 26 de março de 2017, o espetáculo completará 31 anos ininterruptos em cartaz, Trair e Coçar É Só Começar, de Marcos Caruso. Recordista absoluto no Brasil, TRAIR E COÇAR acumulou até agora um total de cerca de seis milhões de espectadores em quase nove mil apresentações, desde sua estreia em 26 de março de 1986, no Rio de Janeiro.

A peça virou filme, e serie do Canal Multishow, além de ter sido aclamada como ponto turístico pela Veja São Paulo, em março de 2010.

Tendo como personagem principal a empregada Olímpia, a peça está em cartaz em São Paulo, desde agosto de 1989, de onde sai somente para fazer turnês pelo país. Apenas três estados do Brasil (Acre, Amapá e Rondônia) ainda não assistiram à montagem.

Em 29 anos, quase 100 atores passaram pela peça, entre eles, Suely Franco, Denise Fraga, Adriano Reis, Rômulo Arantes, José Augusto Branco, Ana Rosa, Alexandre Reinecke, Imara Reis, Roberto Arduin, Roberto Pirillo, Bruna Gasgon, Clarisse Abujamra, Mário Cardoso e Annamaria Dias.

No elenco atual, a famosa personagem criada por Marcos Caruso é interpretada por Anastácia Custódio. Completa o elenco de nove atores: Carlos Mariano, Mario Pretini, Tânia Casttello, Carla Pagani, Miguel Bretas, Ricardo Ciciliano, Siomara Schröder e Ernando Tiago. A direção original e concepção é de Attílio Riccó e o atual diretor é José Scavazini.

A peça

A inspiração assumida de Marcos Caruso ao escrever Trair e Coçar É Só Começar foi o gênero vaudeville – a comédia ligeira baseada na intriga e no equívoco.

Toda a trama se fundamenta em supostas infidelidades.

História

Marcos Caruso tinha 27 anos quando escreveu a peça em 1979. Depois de ficar seis anos na gaveta estreou em 1986 e, desde então, escreveu uma das mais impressionantes histórias do teatro brasileiro.

O sucesso garantiu a presença da peça no Guinness Book nas edições de 1994, 1995, 1996 e 1997 como a mais longa temporada ininterrupta em cartaz do teatro nacional. O espetáculo também ganhou o Prêmio Quality Cultural de 2005, e se apresentou no Teatro Colony, de Miami (EUA). Para homenagear esta trajetória sem precedentes, o jornalista João Nunes foi convidado para escrever o livro “25 Anos + Um – A História de Sucesso de Trair e Coçar é só Começar” (Editora Giostri). A obra reúne relatos do autor, dos diversos elencos, de diretores, de administradores e de produtores sobre inúmeras histórias que envolvem as quase três décadas da peça, desde as dificuldades encontradas por Caruso para conseguir montá-la e estreá-la no Rio de Janeiro até episódios curiosos dos bastidores. O livro foi apresentado na 22ª Bienal de SP em 19 de agosto de 2012.

Marilú Bueno foi a primeira atriz a interpretar Olímpia. Depois, entre outras, vieram Suely Franco, Denise Fraga, Vic Militello, e Iara Jamra, num total de 13 atrizes – sem contar Adriana Esteves que a interpretou no cinema, no filme dirigido por Moacyr Góes.

Ficha Técnica

Autor: Marcos Caruso

Direção original e concepção: Attílio Riccó

Direção: José Scavazini

Produtores: Radamés Bruno e Viviane Procópio

Produtor Administrador: Gerardo Franco

 

Elenco:

Anastácia Custódio, Carlos Mariano, Mario Pretini, Tânia Casttello, Carla Pagani, Miguel Bretas, Ricardo Ciciliano, Siomara Schröder e Ernando Tiago.

 

Trilha Sonora: Miguel Briamonte

Camareira: Maria José

Técnico Responsável: Edmilson Souza

Técnico:  Vinicius Souza

Obras de Arte: Estúdio Pedro Sabiá

Fotos: Daniel Cespedes

Criação logomarca: Thiago Carlotti – Zanzi

Artes: Léo Dória

Leis de Incentivo: Sonia Odila
Financeiro: Jandy Vieira

Assessoria Contábil: Datecon

Administrador e Produtor Executivo: Gerardo Franco

Direção de Produção: Radamés Bruno e Viviane Procópio

Realização: BR Produtora

 

Duração: 120 minutos

Classificação: 12 anos.

Meia Entrada: Estudantes, pessoas acima de 60 anos, professores da rede pública e crianças de 02 à 12 anos.

Ponto de Venda Sem Taxa de Conveniência: Bilheteria do Teatro Fernando Torres.
Endereço: Padre Estevão Pernet, 588 – Tatuapé/SP

Horário de Funcionamento da Bilheteria: Terça a Sábado das 14h às 20h. Domingo das 14h às 19h. Em dias de espetáculo, até o início do espetáculo.

Alvará: 2017/11633-00
AVCB: 314399
Lotação: 685 pessoas